Inspecção condiciona arranque da fábrica de medicamentos no Cuanza-Sul

O arranque da fábrica de medicamentos, construída na localidade do Longa, município do porto Amboim, província do Cuanza-Sul, está condicionado à inspecção do Ministério da Saúde

Erguida há cinco anos por uma sociedade angolano- chinesa, Grupo Zema, a fábrica, cujo custo do empreendimento não foi revelado, está equipada e pronta para produzir soros e instrumentos para testes de malária e de gravidez, segundo informações avançadas pela Angop.

Está igualmente preparada para fabricar comprimidos e produtos para desinfestação de água e de materiais de laboratórios. Para constatar o seu estado, o governador provincial do Cuanza- Sul, Job Castelo Capapinha, visitou ontem Segunda-feira,28, a fábrica, onde recebeu explicações relacionadas ao seu arranque. Em declarações à imprensa, no final da visita, o director provincial do gabinete da Saúde, Felizardo Manuel, considerou que, a entrada em funcionamento da fábrica pode contribuir para a redução dos preços dos medicamentos aí produzidos.

“O funcionamento da fábrica constitui um incentivo à produção interna e subsequente redução das importações”, disse, apelando “as estruturas competentes do Ministério da Saúde a velar pela situação”. A primeira fábrica de medicamentos na província do Cuanza-Sul prevê, com o seu arranque, empregar 30 novos trabalhadores, entre nacionais e estrangeiros. Em 2018, na província do Cuanza- Sul foram diagnosticados 122 mil e 457 casos de malária. Anualmente, 35 por cento de crianças, de zero a cinco anos de idade que contraem a doença morrem.

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