Carta do leitor: Ilha de Luanda às moscas…

director do jornal O PAÍS,

saudações e votos de um bom dia de trabalho e espero que o vosso título se mantenha no mercado, porque tem contribuído significativamente para a construção da democracia em Angola. Estou em gozo de férias em Luanda, capital do meu país, Angola, um país rico e belo, segundo o texto da 4ª classe que li faz tempo.

Sou da província do Cunene, estando cá, decidi dar uma volta na Ilha de Luanda à noite. Posto lá, não gostei do cenário. Os restaurantes estavam às moscas, tudo porque a operação da Polícia de Trânsito tem sido uma constante. Isto, como é evidente, reduz o nível de convívio na Ilha de Luanda, mas é verdade que o número de acidentes diminuiu.

Em conversa com alguns amigos, as reclamações eram tantas, porém o importante é que Ilha de Luanda às moscas… concluíram que muitas vidas têm sido poupadas. Mas, o lucro e a vibração da Ilha de Luanda esteve em caixa alta na mesa de diversão. É necessário criar-se uma série de políticas para se voltar a atrair cidadãos e não deixar aquele espaço turísitico às moscas.

Os taxis, empresas ou cooperativas do sector (bons preços), devem ser funcionais, ainda que saiam somente do Ponto Final à Marginal e um policiamento à altura dos desafios.

A acontecer, muitos automobilistas vão deixar as suas viaturas em casa e vão entrar na Ilha de Luanda de taxi, alí sim, vão poder beber e regressar a casa sem chatices dos agentes de trânsito e a nossa ilha não ficará às moscas, meus senhores. Yannick D. Cunjuka, Luanda

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