Cimeira de Chefes de Estado da UA já decorre em Addis abeba

A 32ª Cimeira Ordinária de Chefes de Estado e de Governo da União Africana (UA) começou há instantes em Addis Abeba, com o discurso do presidente cessante da União, o ruandês Paul Kagame e do eleito o egípcio, Abdel Fattah Al-Sisi. A cerimónia solene de abertura, brindada com a presença três de convidados especiais, nomeadamente o fundador da Microsoft, Bill Gates, o presidente da FIFA, Gianni Infantino e do director-geral da OMS, Tedros Adhanom, começou com a foto da família, seguida pela inauguração da estatua do imperador etíope Haile Selassie.
A cerimónia contou também com as habituais presenças dos Secretário-geral da ONU, António Guterres, e do Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud-Abbas.
O presidente cessante, Paul Kagame, e o em exercício, Abdel Fattah Al-Sisi, deram boas vindas aos chefes de Estado e de Governo recém-eleitos na RDCongo e Madagascar, respectivamente, Felix Tshisekedi e Andry Rajoelina .
Também foi feito o lançamento do tema do ano de 2019: Ano dos refugiados, dos repatriados, deslocados internos: Rumo a soluções duradouras para a deslocação forçada em África ‘”.
A reunião dos lideres africanos está a ser marcada pela análise das mais importantes questões da actualidade, como a implementação da decisão da reforma da organização, as eleições realizadas em 2018 no continente, a integração regional, a situação de paz e segurança, a situação humanitária e a análise do orçamento para 2019.
Na sessão, o Presidente do Ruanda, Paul Kagame, que cessou as suas funções enquanto líder da organização continental, vai também apresentar um relatório sobre o processo de reformas em curso na instituição, como resultado da 11ª Sessão Extraordinária da Cimeira dos Chefes de Estado sobre reformas, realizada de 17 a 18 de Novembro de 2018.
O presidente da comissão da União Africana, Moussa Faki, deve apresentar um relatório sobre a situação de paz e segurança em África e as acções empreendidas pela organização relativas a matéria em 2018.
A situação de crises no continente, sobretudo em países como a RDCongo, RCA, Líbia, Sudão, Sudão do Sul, Burundi, Somália, e informações actualizadas sobre a implementação do roteiro mestre para silenciar as armas até 2020, bem como os processos eleitorais realizados em 2018 na RDCongo, Serra Leoa, Camarões e São Tome e Príncipe, também farão parte do relatório de paz e segurança.
A Cimeira está a abordar também a questão do combate ao terrorismo e ao extremismo violento em África.

error: Content is protected !!