PR reúne-se com chefe da diplomacia uruguaia

O Presidente da república, João Lourenço, reuniu-se nesta Segunda-feira, com o ministro das relações Exteriores do Uruguai, rodolfo Nin Novoa, com quem analisou o reforço da cooperação entre os dois países

O chefe da diplomacia uruguaia, que não prestou declarações à imprensa no final do encontro que teve com o Presidente João Lourenço, chegou no Domingo a Luanda, para uma visita de três dias, estando, portanto, previsto o seu regresso ao Uruguai para Quarta-feira. Ontem, a agenda do ministro Rodolfo Nin Novoa previa, ainda, um encontro com o homólogo angolano, Manuel Augusto, seguido de uma reunião entre as delegações ministeriais dos dois países, que deverá culminar com a assinatura de instrumentos jurídicos. Ainda na tarde desta Segunda-feira, o ministro Rodolfo Nin Novoa participou na 1ª sessão da Comissão Bilateral Angola-Uruguai. Os dois países mantêm relações diplomáticas desde 26 de Março de 1988.

Aposta na melhoria da Saúde

Por outro lado, recuemos no tempo dois dias, o Presidente da República, João Lourenço, reafirmou, através das suas contas no Facebook, Instagram e Twitter, que “a saúde constitui prioridade do Executivo” e “não descansará enquanto continuar a haver mortes por doenças evitáveis” no país. A posição do Chefe de Estado surge na sequência das visitas realizadas Sábado (16) ao Centro de Depósito de Medicamentos e aos hospitais Geral de Luanda e Josina Machel, onde se inteirou das dificuldades e dos projectos em curso. Segundo o Presidente, o contacto com essas instituições permitiu reforçar a ideia de que a luta por um Sistema de Saúde mais humanizado é um desafio de todos, ou seja, da família, escola, universidade, das igrejas e até do próprio hospital.

O Titular do Poder Executivo manifestou-se animado depois de constatar que os profissionais desses locais de cura estão engajados em fazer dos hospitais um instrumento fundamental para o desenvolvimento do país. O Governo – recorde-se – aumentou este ano as verbas do orçamento destinadas à Saúde. Apesar da crise financeira, as verbas para o sector e para a Educação ultrapassaram pela primeira vez os gastos com a Defesa e Segurança. No Orçamento Geral do Estado de 2019, houve incremento na área de Saúde, passando de 3.6 por cento, em 2018, para 6.6 por cento.