APN felicita o novo presidente da CASA-CE

A direcção do partido Aliança Patriótica Nacional (APN), dirigida por Quintino Moreira, felicita o novo presidente da CASACE, André Mendes de Carvalho, e augura votos de sucessos na sua nova missão

Em nota enviada aO PAÍS, este partido refere que pouco importam as circunstâncias em que ocorreu a sua indicação para este novo cargo, mas o que conta é a vontade do novo presidente da coligação e determinação em vencer os desafios que se lhe colocam. Acrescenta que, como em qualquer sociedade, sempre existem problemas e diferentes grupos se sentem discriminados ou desenvolvem novas reivindicações.

“Temos a impressão de que a CASA-CE moveu-se, ultimamente, numa relação de tensão entre expectativas não satisfeitas e soluções assumidas de forma insuficiente”, realça a nota. Acrescenta ser “ inegável a existência no seio da coligação de partidos com projectos de sociedade e campos ideológicos diferentes. Todavia, nós pensamos que V. Excelência ao assumir as funções de presidente deve situar-se melhor numa posição que não permita o surgimento de novos conflitos e se, eventualmente, surgirem, dirimi-los através do diálogo e concertação permanente”.

A nota diz ainda que o povo angolano pugna por uma sociedade democrática o que pressupõe a existência e concurso de partidos políticos e coligação de partidos fortes para a expressão da vontade e querer dos cidadãos. A luta pela unidade da CASA- CE, de acordo com a nota, deve decorrer de um projecto de todos aqueles que trabalham para a edificação de uma plataforma política democrática e moderna, capaz de congregar e cumprir com os objectivos escritos no seu programa.

“A unidade da CASA-CE deve, pois, ser uma unidade de homens e mulheres que fizeram uma escolha certa e indeclinável de fazer da coligação uma plataforma política de alternância política para Angola. É nossa convicção profunda que não pode existir uma Democracia nos Estados modernos contemporâneos sem a alternância do poder”, esclarece. Por outro lado, a APN apela a todas as forças políticas integradas na CASA-CE no sentido de construírem uma unidade efectiva, evitando, deste modo, abrir trincheiras de confrontos que possam criar facturas perigosas quer para a essa plataforma política, quer para a jovem democracia angolana.

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