Editorial: Uma companhia que voa baixo

A entrevista do presidente da Comissão Executiva da TAAG – Linhas Aéreas de Angola, Rui Carreira, à ANGOP, do início da semana, deu para perceber que a companhia não está de boa saúde e que vai precisar de uma injecção muito forte de capital público para cumprir a sua missão. Faltam-lhe aviões, falta-lhe inventar um novo mercado interno. Se vier concorrência séria talvez caia em piores apuros. Deu para perceber, nas entrelinhas, que a baixa de preços não será este ano. Ou seja, Rui Carreira está a gerir uma empresa com a qual se tem de viver, dia após dia, um dia de cada vez, ao sabor de cada avaria de aeronave ou num aeroporto. A TAAG não é rentável para os gastos que tem e é por aí que se deve começar a pensar na empresa.

error: Content is protected !!