Carta do leitor: Potência petrolífera sem gasolina

Isto só em Angola! Isto de melhorar o que está bem e corrigir o que está mal é um bico d’obra, e dos grandes. Na verdade, são poucas ou quase nenhumas as coisas boas na nossa terra em termos de realizações e gestão.

Dentre os vários casos do mal, vive-se uma série de dificuldades no que toca, por exemplo – é quase inacreditável -, aos combustíveis. Outro caso idêntico, vê-se nas bombas de combustíveis da Sonangol. Há muita coisa errada. Escusado será enumerar. Além de não sentirmos as 24 horas de funcionamento como devia ser, alguns bombeiros usam uniformes rotos e rasgados.

O mesmo já não acontece na Pumangol. Se a Pumangola mandar construir um posto de abastecimento, amanhã já está concluído e tudo nos trinques; se for a Sonangol a mandar, bombas de combustível levam anos para serem construídas.

Algumas das quais nas suas lojas não têm nada para os automobilistas e viajantes. Inclusive produtos da Sonangol, dentre os quais eu destaco a gasolina que, aqui em Luanda – capital de Angola, segundo maior produtor de petróleo de África está a faltar.

Ontem não havia, hoje só um cochito e este vosso leitor assíduo esteve na fila uma hora em meia à espera para ser abastecido. Palavra d’honra! É demais Manuel de Jesua Talatona