Carta do leitor: Circulação na EN100 pode ser cortada por ravinas

POR: Júlio Emanuel Gomes

Cordiais saudações, trabalhadores do jornal Opaís! Sou o Júlio Emanuel Gomes, vivo no Ramiro na Zona C. Mando esta missiva por estar preocupado com duas ravinas, na única estrada que nos liga a Luanda, já que as estradas secundárias dão cabo dos nossos carros e o estado ainda não aprendeu a investir nelas. Estão identificadas duas grandes ravinas que acreditamos que a administração local deve ter conhecimento das mesmas, mas de um tempo a esta parte a situação tem vindo a piorar e daqui a pouco poderemos estar impossibilitados de circular pela Estrada Nacional 100. para quem não sabe, a Estrada Nacional 100 é a que nos leva ao Ramiro, Cuanza Sul, Benguela, etc. As ravinas estão, no sentido para quem sai do Ramiro para o Benfica, na zona da conhecida escola da Kateba e nas proximidades da paragem do KM32. A primeira ravina é a mais preocupante. Está mais próxima da estrada e “come” o asfalto por baixo. Só para se ter noção da gravidade da situação, quando os carros chegam nesta zona, alguns são obrigados a esquivar para a esquerda para fugir a ravina, o que tem constituído um perigo. Tanto uma quanto outra ravina ameaçam cortar a circulação naquela estrada e, possivelmente, nos próximos tempos os moradores do Ramiro poderão presenciar isso. para muitos, pode não ser um problema grave, mas interditar a passagem nesta importante estrada do país muita coisa ficará parada. A EN100 é das estradas nacionais com maior número de usuários. Acreditamos que a administração do Ramiro tem conhecimento do problema, porque nos dois sítios em que estão identificadas as ravinas foram colocadas placas sinalizadoras. Assim, não se compreende como é que uma administração não consegue pelo menos fazer um trabalho paliativo no local, já que poderá acusar falta de meios financeiros para o trabalho definitivo. É falta de interesse ou temos um administrador que poucas vezes passa por ali e por isso não se preocupa com as ravinas? Tem coisas que as nossas administrações podem muito bem fazer sem que tenham “anuência” do governo central. Esta dependência tem de acabar ou vamos todos (os munícipes) continuar a sofrer. Tratem destas ravinas, meus senhores, por favor! Na escola da Kateba e na paragem do KM32.