Restauração dos serviços do SIAC Benguela custa mais de dez milhões de KwanzasC

Para além de benguela, os serviços do SIAC local atendem também outras províncias do Sul do país, fundamentalmente nos aspectos ligados aos serviços consulares do Ministério das Relações Exteriores que, excepto Luanda, apenas a “Terra das Acácias Rubras” possui

É um valor total de 15 milhões de Kwanzas que foi gasto para a restauração do Serviço Integrado de Atendimento ao Cidadão (SIAC) na província de Benguela, que, durante uma semana, esteve paralisado em função do desabamento do tecto, em consequência das chuvas que têm caído nos últimos dias naquela parcela do território nacional.

Para além de desabar a cobertura, as chuvas causaram inundações nos diferentes compartimentos da infra-estrutura que, mensalmente, atende perto de 7 mil cidadãos, prestando serviços públicos desde a identificação e registo civil, AGT, Viação e Transito, banca, a outras áreas de capital importância.

De acordo com Anselmo Monteiro, director-geral da rede SIAC, depois da inundação e da queda do tecto, houve necessidade de se paralisar os serviços por falta de condições de atendimento aos cidadãos, que ficaram profundamente afectados. Porém, dado o impacto que a paralisação provocou no dia-a-dia das pessoas, o responsável disse que houve necessidade de se trabalhar arduamente com vista a reabrir os serviços.

Neste sentido, frisou, foram feitas obras de restauração que consumiram um valor global de 15 milhões de Kwanzas, o que fez com que os serviços do SIAC na província de Benguela reabrissem ao público na Segunda-feira com maior celeridade, uma semana depois de terem sido paralisados. “Os trabalhos de restauro estavam previstos para um prazo de até três semanas. Mas acautelámos tudo de forma a que os serviços fossem restaurados num período de apenas uma semana.

Fizemos isso porque compreendemos que a nossa missão é con- Os trabalhos de restauro estavam previstos para um prazo de até três semanas, mas acautelámos tudo de forma a que os serviços fossem restaurados num período de apenas uma semana Anselmo Monteiro tinuar a servir os cidadãos com serviços eficientes e de qualidade”, notou.

Segundo ainda

Anselmo Monteiro, a queda do tecto do SIAC Benguela em nada tem a ver com a qualidade do edifício que foi construído obedecendo aos factores de segurança. Tal como explicou, o que se verificou é que as constantes chuvas que têm caído naquela província forçaram a cedência do tecto, mas sem prejuízo humano, nem de bens materiais que pudessem comprometer o funcionamento da instituição.

Evitar futuras quedas

Assim, de forma a evitar futuras quedas, o responsável fez saber que fizeram obras definitivas e tendo em atenção os padrões de durabilidade que vão conferir maior resistência à cobertura e segurança aos utentes e aos funcionários que todos os dias escalam a infra-estrutura pública localizada no bairro 70, a cinco quilómetros da cidade de Benguela. “Precisamos de compreender que nem sempre que alguma obra como esta apresenta problemas estamos diante de má qualidade.

O que houve em Benguela foi um caso excepcional que acabou por afectar muitas outras infra-estruturas. Em Benguela está a chover muito e com grande intensidade. E muitas infra-estruturas acabaram por ceder devido à quantidade de águas”, explicou o responsável, assegurando que situação do género já não volta a acontecer.

Para além de Benguela, os serviços do SIAC local atendem também outras províncias do Sul do país, fundamentalmente nos aspectos ligados aos serviços consulares do Ministério das Relações Exteriores que, excepto Luanda, apenas a Terra das Acácias possui.

Em recente entrevista a este diário, Anselmo Monteiro fez saber que toda a rede SIAC, que compõe um total de 12 unidades, atende uma média anual de 3 milhões de utentes, sendo o Bilhete de Identidade, a carta de condução e o registo civil os documentos mais requisitados

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