1º de Agosto expressa indignação e recorre da decisão da FAF

O 1º de Agosto considera arbitrária a decisão do Conselho de Disciplina da Federação Angolana de Futebol (FAF) de retirar três pontos ao clube no Girabola2018/19 e de suspender o guarda-redes Toni Cabaça, pelo que recorrerá desta deliberação, afim de repor a legalidade e realizar justiça. Em comunicado emitido hoje no seu site, a formação militar vê essa sentença como uma violação das normas legais e regulamentos vigentes no ordenamento jurídico angolano, pelos factos não se considerarem provados.
O 1º de Agosto e o Desportivo da Huíla foram sancionados, na passada sexta-feira, com a retirada de três pontos cada, por concluir-se que o resultado final do jogo entre os dois conjuntos (3-3), para a 17ª jornada, não reflecte a verdade desportiva.
De acordo com a FAF, nesta partida, disputada na cidade do Lubango, viu-se uma equipa do Desportivo da Huíla dividida em duas, uma que lutava pela vitória e outra apática diante de um adversário que é na verdade o seu grande suporte.
Os dois clubes deverão pagar ainda uma multa, equivalente em Kwanzas, de cinco mil dólares cada.
Neste desafio, os anfitriões venciam por 3-1 até aos 82, mas os forasteiros chegaram ao empate com golos aparentemente mais consentidos por alguns jogadores huilanos, cujos seus salários são pagos pelo clube central das Forças Armadas Angolanas.
Já o guarda-redes Toni Cabaça foi suspenso por quatro jogos, por cuspir no rosto de um adversário, no desafio diante da Académica do Lobito.
Os militares lideram o campeonato, com 44 pontos, e procuram o seu quarto título consecutivo.

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