Estado Islâmico alega assassinato de geólogo canadiano no Burkina faso

O estado Islâmico realizou o sequestro e assassinato de um cidadão canadiano no Burkina Faso em Janeiro, disse o jornal semanal do grupo Al-Naba, assumindo a responsabilidade na sua última edição sem fornecer provas

O corpo de Kirk Woodman foi encontrado no dia 16 de Janeiro, dois dias após o seu sequestro por uma dúzia de homens armados num local de mineração operado pela Progress Minerals, com sede em Vancouver, no nordeste do país da África Ocidental. As autoridades do Burkina Faso disseram que ele foi baleado e que o seu corpo foi lançado numa área que o governo diz estar sob crescente ameaça de militantes islâmicos.

Antes da declaração feita no jornal do Estado Islâmico, não havia nenhuma palavra sobre quem era o responsável. Num artigo alardeando as insurgências do Estado Islâmico no Mali, Níger e Burkina Faso, o jornal detalhou a operação para sequestrar e assassinar o geólogo canadiano e mostrou uma foto do que alegava ser a sua carta de condução.

O jornal do Estado Islâmico disse que “o sequestro e assassinato de um cruzado canadiano” aumentou o interesse do Ocidente pela “guerra dos Mujahideen” no Burkina Faso. O corpo de Woodman foi lançado no deserto pelos “soldados do Califado”, disse o Al-Naba, apesar de colocar uma data na execução de Woodman usando o calendário Hijri, ou islâmico, que equivaleria a 25 de Janeiro – o que teria sido vários dias. depois que o corpo foi encontrado.

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