BNI aumenta capital social em 30%

O Banco de Negócios Internacional (BNI) aprovou recentemente, em assembleia- geral, o aumento em 30% do seu capital social de AKz 14,6 mil milhões, para reforçar a robustez do balanço e a sustentabilidade do banco. A medida surge na sequência do aviso do Banco Nacional de Angola (BNA) que obrigou, em Fevereiro de 2018, o limite mínimo de capital social de KZ 7,5 mil milhões, não só para tornar os bancos mais sólidos e competitivos, mas também para suprir insuficiências detectadas em alguns players da banca nacional.

Segundo o comunicado enviado a imprensa, o BNI teve um crescimento que contribuiu para o aumento da rendibilidade dos seus capitais e da rendibilidade dos activos, suportados por uma melhoria expressiva da eficiência das operações, evidenciada pela evolução favorável do rácio costto- income. Em termos de balanço, o documento salienta o crescimento de 13% no activo líquido, com uma evolução positiva de 9% nos depósitos de clientes e uma pequena redução de 3% no crédito concedido (em linha com a conjuntura e com o comportamento dos restantes bancos nacionais). O BNI registou no exercício de 2018 um incremento de 238% no seu resultado líquido, quando expresso em moeda nacional, e de 117% quando expresso em USD.

Estes resultados contribuíram para aumentar quer a rendibilidade dos capitais próprios (ROE), quer a rendibilidade dos activos (ROA), tendo sido suportados por uma melhoria expressiva da eficiência das operações, evidenciada pela evolução favorável do rácio cost-to-income. “O exercício de 2018 foi positivo para o BNI, como demonstram os principais indicadores de gestão. Esta performance resulta da permanente optimização das diversas áreas de actividade, associada a uma atitude prudencial, orientada para a segurança das operações e para o reforço da robustez do banco”, sublinharam Mário A. Palhares, presidente do Conselho de Administração e Sandro Africano, presidente da Comissão Executiva.

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