O amigo perigoso

O perigo está em todo o lado, dizem os fi lósofos populares, e é verdade, ele vem até das fontes mais insuspeitas, ou que, mesmo sabendo, o nosso cérebro desliga um botão qualquer e lá vamos nós convivendo com o perigo, sem acreditar nas possíveis consequências Cientistas das universidades de Tartu, na Estónia e do Arizona, nos Estados Unidos da América, especialistas em biomedicina, vêm agora afi rmar, já com estudos feitos, aquilo que o senso comum sabe, mas não liga.

Os telemóveis são mesmo perigosos para a nossa saúde. Não penas porque podem explodir, ou porque dão aquela “makazinha” quando fi – cam cinco segundos nas mãos delas, ou deles, e descobrem aquilo o “próprio” ou a dama queria esconder. Sim, estes cinco segundos podem resultar em ataques cardíacos ou em internamento nos cuidados intensivos … da ortopedia. Mas, passando…

O telemóveis são imundos e podem ter mais bactérias do que as sanitas. Acontece que as sanitas temos o cuidado de as lavar e desinfectar quase todos os dias, pelo menos as de casa. Já o telemóvel, sai de bolso para bolso, tocamos nele no quarto-de-banho, tocamos nele enquanto comemos, pousamo-lo em qualquer sítio…

bem rápido fi ca uma lavra de bactérias, chegando até dez vezes mais do que as sanitas. E depois não sabemos do que adoecemos…. Agora já sabe, exija que o seu amigo ande limpo, melhor ainda: desinfecte- o de vem em quando.

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