Editorial: Questão de consciência

O que se passa no posto fronteiriço do Luvu, em Mbanza Kongo, província do Zaire, não é muito diferente do que se passa noutros postos, de quase descontrolo. Apenas as dimensões não são iguais. Mais do que questões como novas tecnologias de controlo a aplicar, trata-se antes de mais de uma questão de consciência, de patriotismo. Polícias da ordem pública, de migração e fiscais precisam de sentir o interesse nacional de outra forma. falta patriotismo, trocado vezes sem conta por tostões. Mas os tostões significam outra coisa: falta de dignidade, ou própria, ou induzida por baixos salários e péssimas condições de vida, além de perspectivas muito estreitas sobre o futuro. e isto aqui é também uma questão de consciência dos decisores.

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