Mediateca de Luanda homenageia escritora Ngonguita Diogo

Ngonguita Diogo é uma das declamadoras mais ouvidas em Angola e começou a escrever artísticamente em 2004. Os seus poemas podem ser encontrados no Suplemento “Vida e Cultura” do Jornal de Angola; nos Semanários “ O Independente” e “ Agora ”; na Revista Ommira em Salvador da Baía, e na Revista online Incomunidade

A escritora e poetiza Ngonguita Diogo será homenageada a 3 de Maio pela Mediateca de Luanda, no âmbito das acções culturais e valorização dos artistas. Durante a reverência, o percurso artístico e literário da escritora será representado em palco pelos artistas Júlio Gil, Fernando Jesse, Cirius, Helena Dias, Olívia Gomes, Adriana Borboleta, Gingubinha e o Grupo NAI Teatro.

O evento será ainda preenchido com os depoimentos de personalidades que têm testemunhado a evolução artística de Ngonguita Diogo, nomeadamente Rosa Pegado, John Bellas, Sandra Pulson, Luís Rosa Lopes, Walter Pinto Leite, Ukwakusima Jonas, António Gonçalves e Carlos Baptista. Ngonguita Diogo é uma das declamadoras mais ouvidas em Angola e começou a escrever artisticamente em 2004. Os seus poemas podem ser encontrados no Suplemento “Vida e Cultura” do Jornal de Angola; nos Semanários “ O Independente” e “ Agora ”; na Revista Ommira em Salvador da Baia e na Revista online Incomunidade. C ircula entre a poesia e a prosa. A literatura foi ganhando espaço na sua vida de forma indelével e assim conquistou os seus leitores passando a publicar regularmente:

Obras publicadas

2010 – No Mbinda o Ouro é Sangue e Weza a Princesa; 2011 – Sinay e a Minha Baratinha; 2013 – Acudam Maria do Rangel; 2014 – Da Alma ao Corpo, 2017 – Um Natal de Mil Cores. O seu percurso artístico e literário conta também com o CD de poemas. É membro da Academia de Letras do Brasil Diplomada Imortal em 2015. Em 2016 foi diplomada ao Grau Doutora em Filosofia Univérsica, Honoris Causa, CD 1 em Angola, pela mesma Academia.

Em 2018 recebeu o título de Comendadora da Ordem dos Benfeitores Culturais da Humanidade e o Prémio Caneta de Ouro, pela Federação Brasileira dos Académico das Ciências, Letras e Artes, bem como o Diploma de Mérito Cultural. Membro da União dos Escritores Angolanos (UEA), da Liga Africana e do Movimento Lev’arte Angola. Exerceu também o cargo de directora da Academia de Letras do Brasil para Questões Humanitárias em África. Ngonguita Diogo é o pseudónimo literário de Etelvina da Conceição Alfredo Diogo, natural do Cuanza-Norte.

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