PRS defende respeito à Constituição

O secretário-geral do Partido de Renovação Social (PRS),Rui Malopa, assegurou que o seu partido vai continuar a defender o gradualismo funcional por estar consagrado na Constituição da República de Angola(CRA)

O político que reagia à aprovação do Pacote Legislativo Autárquico, sob o modelo geográfico, pelo parlamento, disse que o seu partido vai insistir na implementação do gradualismo funcional por ser o mais ideal para o país. Segundo a fonte, este é o modelo que está consagrado na Constituição e deve ser respeitado e a mesma consagra o gradualismo funcional, e lamenta não ter passado pelo crivo da Assembleia Nacional. Rui Malopa acusa o Governo de aprovar o gradualismo geográfico a seu favor, alegando que o propósito é o de continuar no poder. “Nos entendemos que o MPLA quer continuar com a concentração de poderes, aliás, desde sempre foi esta a sua forma de governar o país”, desabafou.

Formação para autarquias

Apesar de discordar do modelo geográfico, esta força política antevendo já as próximas eleições autárquicas de 2020 vai realizar o II ciclo de formação de formadores, que servirá para abordar matérias sobre o funcionamento e a organização das autarquias em Angola. O seminário em causa, é sequência de um outro realizado a meio do ano passado, nas províncias do Namibe, Huíla, Benguela e Cuanza-Sul, respectivamente. Para este seminário, participam cerca de 300 activistas todos da província de Luanda.

Depois deste seminário, seguir- se-á um outro regional que abrangerá as províncias do Norte, Nordeste e Leste do país, e serão prelectores Luís Jimbo, Belarmino Jelembe e Sérgio Calundungo. Este partido é também defensor de um modelo federal para governar o país, e em várias ocasiões disse que o gradualismo funcional assemelhava- se ao federalismo. Actualmente este partido conta com dois assentos na Assembleia Nacional, saído das eleições gerais de 2017, ganhas pelo MPLA, partido no poder. Já foi a terceira força política do país.

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