Ministro reitera compromisso com imprensa mais plural

O ministro da comunicação social, João Melo, reiterou, em luanda, na quinta-feira, ser compromisso do seu pelouro continuar a criar condições para um sistema de comunicação livre, plural, aberto, sério, credível e diversificado

O governante teceu tal consideração na abertura da Mesa Redonda “O papel da imprensa na promoção e protecção dos Direitos Humanos”. Apesar de manifestar satisfação pela posição que Angola ocupa no Ranking de Liberdade de Imprensa (que baixou de 121º em para 109º em 2019 numa lista de 180 países), reconheceu a necessidade se de continuar a trabalhar mais para obter melhores resultados de forma gradual. O último relatório sobre liberdade de imprensa coloca Angola na lista dos países menos opressivos com relação aos jornalistas, indicadores que representam que se está no caminho certo no que tange a liberdade de imprensa.

“A comunicação é uma actividade transversal, portanto, contamos com o apoio de toda a sociedade. Tenho a convicção que em 2020 vamos atingir novos progressos”, frisou. Por seu turno, o secretário de Estado da Justiça, Orlando Fernandes, considerou a celebração do dia 3 de Maio (Dia da Liberdade de Imprensa) como um imperativo importante para a construção de uma sociedade plural, democrática e de direito, e que tenha na dignidade da pessoa humana o seu primeiro e último fundamento.

Para o Executivo angolano, os Direitos Humanos são considerados uma questão de segurança nacional, as organizações da sociedade civil inseridas na Estratégia Nacional dos Direitos Humanos são os principais fiscais sobre os Direitos Humanos, disse. Segundo Orlando Fernandes a liberdade de imprensa é uma aliada incontornável da referida estratégia, na medida que visa o reforço da capacidade interna para promover, defender, fiscalizar, corrigir e denunciar os atropelos aos direitos humanos. O evento é realizado no âmbito de uma parceria do Ministério da Justiça com a embaixada da Noruega em Angola, em que o Ministério assume a responsabilidade de conduzir o processo de capacitar os diferentes actores e parceiros estratégicos em matéria de direitos humanos.

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