Presidente da República garante resposta mais “efectiva” aos problemas causados pela seca

depois de concluir a visita de trabalho que durou dois dias, às províncias da Huíla e do Cunene, o Presidente da República, João Lourenço, garantiu que as respostas “com carácter de emergência” à população afectada pela seca devem ser mais efectivas

Em declarações à imprensa no final da visita ao município de Ombadja, no Cunene, o Chefe de Estado admitiu que nos próximos meses, até Outubro, quando terminar o Cacimbo, o quadro que se verifica no Namibe e no Cunene venha a agravar-se, por isso, orientou que o programa de emergência seja reforçado, para que “não tenhamos mais perdas de vidas humanas e de gado”.

Um pacote financeiro no valor de 200 milhões de dólares foi aprovado em Abril pelo Presidente da República para solucionar problemas estruturantes ligados aos efeitos destrutivos da seca. Entretanto, o conjunto de obras a serem edificadas no âmbito das verbas disponibilizadas deve durar aproximadamente quatro anos.

Deste modo, o Presidente da República orientou que sejam atendidas as situações de emergência que surgirem. O Chefe de Estado afi rmou que o Executivo está atento às difi culdades que a população afectada pela seca está a passar.

Neste Sábado (4), o Presidente deslocou-se ao município de Ombadja, que dista mais de 100 quilómetros da capital, Ondjiva. Na Sexta-feira, o Chefe de Estado visitou as localidades afectadas pela seca no Namibe.

No final da visita de trabalho às duas províncias, disse ter constatado que a situação é crítica, mas garantiu que “o Governo não está indiferente perante a isso, aliás, a razão da minha presença nestas duas províncias é sinal de que o Executivo está atento ao que se está passar em, praticamente, todo o Sul de Angola”, afirmou.

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