Lojas “Poupa Lá” devem incluir linha de comércio rural

Dois biliões, 283 milhões, 23 mil e 981,90 Kwanzas foram arrecadados de Julho a Setembro, na província do Huambo, menos 511 milhões, 534 mil e 469,10 Kwanzas que nos três meses anteriores.

O facto foi dado a conhecer ontem, Segunda-feira, pelo delegado local interino das Finanças, João da Costa Gaspar Bastos, esclarecendo que o montante arrecadado não inclui os serviços aduaneiros, apenas as receitas fiscais, através das repartições municipais do Huambo, Caála e Bailundo. Informou que a repartição fiscal do Huambo arrecadou um bilião, 661 milhões, 604 mil e 581, 90 Kwanzas, enquanto o posto do Serviço Integrado de Atendimento ao Cidadão (SIAC), embora esteja vinculado à repartição do Huambo arrecadou 316 milhões, 172 mil e 288 Kwanzas.

Também contribuíram para o montante total o posto de atendimento da cidade baixa, com 206 milhões, 755 mil e 120 Kwanzas, e as repartições fiscais dos municípios da Caála e do Bailundo, cujos valores não revelou. João da Costa Gaspar Bastos apontou o pagamento do imposto sobre rendimentos como a principal fonte de arrecadação, com 68,4 porcento, onde se enquadra o imposto sobre rendimento de trabalho, por conta de outrem da função pública, com um peso de 46 porcento.

As restantes receitas, segundo o responsável das finanças nesta região, foram arrecadadas através do imposto de consumo, com 16,19 porcento e de impostos diversos, com 9, 66 porcento.

O responsável disse que o decréscimo das receitas deve-se, principalmente, à actual conjuntura macro-económica do país, visto que muitas empresas vivem das importações de bens e serviços, que, por sua vez, são limitadas pela aquisição de divisas, facto que poderá ser invertido nos próximos anos com as políticas engendradas pelo Governo voltadas para o relançamento do sector produtivo e a diversificação da economia, enquanto factores essenciais para o incentivo às empresas e criação de emprego.

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