Angola mantém segundo lugar na parceria com a China na CPLP

Brasil continua a ser o principal parceiro comercial da China, com trocais comerciais no valor de 25 013 milhões de dólares. Com Angola, que surge em segundo lugar nesta lista, o comércio bilateral atingiu 6408 milhões de dólares. Portugal e a China efectuaram trocas comerciais no valor de 1576 milhões de dólares

O comércio entre a China e os países de língua portuguesa registou um crescimento de 11,62% no período de Janeiro a Março de 2019, para atingir 33 696 milhões de dólares, segundo dados oficiais chineses divulgados pelo Fórum de Macau. A China exportou no período em análise para os oito países de língua portuguesa bens no valor de 9208 milhões de dólares (um acréscimo de 0,38% em termos homólogos) e importou produtos cujo valor atingiu 24 487 milhões de dólares (+16,53%), registando dessa forma um défice comercial de 15 279 milhões de dólares.

As trocas com o Brasil, o principal parceiro comercial da China em termos mundiais, ascenderam a 25 013 milhões de dólares (+16,50%), com as empresas chinesas a venderem bens no valor de 7299 milhões de dólares (-2,35%) e as brasileiras a colocarem produtos no montante de 17 714 milhões de dólares (+26,57%). Com Angola, que surge em segundo lugar nesta lista, o comércio bilateral atingiu 6408 milhões de dólares (-5,82%), com a China a vender bens no montante de 378 milhões de dólares (-21,46%) e a comprar produtos cujo valor atingiu 6030 milhões de dólares (-4,62%).

Portugal e a China efectuaram trocas comerciais no valor de 1576 milhões de dólares (+17,24%), com as empresas chinesas a terem vendido bens no montante de 1030 milhões de dólares (+26,36%) e as portuguesas a terem colocado naquele país produtos no valor de 545 milhões de dólares (+3,18%). Com Moçambique o comércio bilateral ascendeu a 644 milhões de dólares (+21,16%), tendo a China vendido produtos no valor de 451 milhões de dólares (+23,70%) e a ter comprado mercadorias no montante de 192 milhões de dólares (+15,59%). O comércio entre a China e os restantes países de língua portuguesa – Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste – atingiu no primeiro trimestre de 2019 o valor de 52,9 milhões de dólares.