“Novela” entre Fabrice Akwá e Qatar Sport Club longe do fim

O Governo angolano, através do Ministério da Juventude e Desportos (Minjud), não disponibilizou verbas à Federação Angolana de Futebol (FAF) para liquidar a “multa” de USD 260 mil ao Qatar SC imposta ao antigo jogador da Selecção Nacional, Fabracie Maieco Akwá, pela FIFA em 2009, segundo fonte ministério.

A sanção de Fabrice Maieco Akwá se deve ao facto de o antigo avançado ter representado a Selecção Nacional sem ter sido dispensado pelo Qatar SC. A mesma fonte do Minjud avançou que a informação posta a circular é uma “pura mentira”, porque o órgão que rege o desporto no país não recebeu qualquer dinheiro.

Aliás, a mesma fonte explicou que o Orçamento Geral do Estado foi revisto recentemente e é impossível já receber verbas agora. Na senda deste assunto, o antigo capitão dos Palancas Negras, Fabrice Maieco Akwá, disse ontem a O PAÍS que até agora não foi notificado pela Federação Angolana de Futebol, apenas ouviu o comentador José Luís Prata a revelar que as verbas já foram alocadas à FAF na véspera dos dois últimos jogos da Selecção para o apuramento ao Campeonato Africano das Nações (CAN) do Egipto 2019. “Na verdade, não sei de nada”, negou o antigo internacional angolano.

O eterno capitão dos Palancas Negras, que apontou o único golo que apurou pela primeira vez Angola ao Mundial na Alemanha em 2006, desconhece o assunto. Akwá teve uma curta passagem por Portugal. Jogou no Benfica, mas não teve muito sucesso. Volvidos alguns anos, transferiu-se para o futebol asiático, mas foi em Angola, no Petro de Luanda, onde terminou a carreira. Akwá foi uma das “pedras” fundamentais no ataque dos Palancas Negras, estreiou-se num amistoso frente a Moçambique, sob batuta do técnico Carlos Alhinho.

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