Editorial: Propostas polémicas

Depois da lei do trabalho que os sindicatos consideram altamente prejudicial aos trabalhadores, já aprovada e já em vigor, o Governo propõe-se agora alterar a lei da greve e do sindicalismo. Digamos que o Governo ataca agora os sindicatos e aquilo que eles defendem como direitos trabalhistas no seu “quartel general”. Se estas propostas vingarem, como a do número mínimo de assinantes para a constituição de um sindicato, ou a limitação dos dias consecutivos de uma greve, muita gente dirá que o sindicalismo em Angola acabou e que os direitos dos trabalhadores foram abolidos. Portanto, adivinha-se, os próximos meses serão de intenso debate, e, provavelmente de greves, desreguladas, certamente.

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