Carta do leitor: Faceta desleal do comércio informal

POR: hidebrando Kapuko
Luanda

É com alegria que vos escrevo, caro director, e envio saudações a toda a turma nas cartas dos leitores tenho lido muitas coisas interessantes, reflexões importantes e também pequenas ajudas que os governantes deste país deveriam ler com atenção para perceberem que o povo está atento e sabe muito bem o que está bem e o que está mal. Mas o assunto que me traz aqui, a escrever para que publiquem no mesmo espaço, é sobre o fenómeno do mercado informal. Antigamente eram as quitandeiras e os poetas falavam delas. Mas agora o que me leva a escrever é uma coisa para a qual não encontro explicação, como é que vivemos tão bem entre a economia formal e a informal? Basta abrir uma loja, dois dias depois já temos uma pracinha ao lado, à porta mesmo. não entendo como isso é possível e muito menos como isso é permitido. Muitas vezes têm os produtos que a loja vende, a preço mais baixo, porque não pagam impostos nem têm trabalhadores. não está certo é concorrência desleal, é um desafio à lógica. honestamente, não vejo isso noutros países e não entendo como em Angola é permitido e ninguém faça nada, Gostaria que os nossos governantes pensassem nisso também. Sucessos para o jornal.

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