ministério da Justiça brinda crianças com Bilhete de Identidade

ministério da Justiça brinda crianças com Bilhete de Identidade

Arrancou, ontem, em todo o país, a campanha especial de emissão de Bi- lhete de identidade denominada “o meu primeiro Bi rumo à cidadania”, uma iniciativa do ministério da Justiça e dos Direitos Humanos que vai decorrer em todo o território na- cional durante o mês da   crianças dos 06 aos 17 anos de idade fizeram-se presentes ontem, nas repartições de Identificação Civil e Criminal da capital do país, para dar corpo à campanha “O meu primeiro BI rumo à cidadania”, que será realizada todos os Sábados, das 8 às 13 horas, sendo que, para tal, os menores que vão tratar pela primeira vez o BI devem levar consigo o assento de nascimento ou a certidão narrativa completa do registo de nascimento.

Para beneficiarem da campanha, que sucede uma outra com o mesmo fim, promovida em Novembro do ano passado pelo Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos (BI da Dipanda), as crianças devem fazer-se acompanhar, também, da cópia dos Bilhetes de Identidade dos pais.

Muitas crianças e encarregados de educação mostraram-se satis- feitos com a iniciativa do Governo, que “ vem em bom momento “alegando que o atendimento foi rápido e eficiente, e que, por se realizar aos Sábados, fará com que as crianças evitem faltar à escola.

O Ministério da Justiça prevê, com a iniciativa, emitir pelo me- nos 20 mil Bilhetes de Identidade neste mês da criança.

Dados oficiais apontam que na última campanha, realizada no ano passado, denominada “BI da Dipanda”, foram atendidas pelo menos 14 mil crianças e adolescentes.

A meta era emitir seis mil bilhetes, mas, o elevado grau de procura levou a que a cifra subisse para 14 mil. Luanda foi a província que mais bilhetes emitiu durante a campanha.

De acordo com estatísticas da Unicef, pelo menos 75 por cento das crianças angolanas, dos zero aos quatros anos, não estão registadas, sendo que apenas 50 por cento dos cinco aos 14 anos possuem Bilhete de Identidade. Ministério da Justiça garante melhoria nos serviços dos Registos e Notariado No âmbito da melhoria dos Ser- viços dos Registos e Notariado, o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos assinou com a DGM Sistemas (que o anunciou a partir de Lisboa) um contrato de prestação e serviços de consultoria para garantir a continuidade e a melhoria dos Serviços dos Registos e Notariado. Comeste acordo, o Ministério da Justiça visa garantir a continuidade

. Estamos prontos para entrar no início de uma nova era nos Registos e Notariado em Angola” desde a melhoria dos serviços que prestado à população e a DGM reforça assim os trabalhos que tem desenvolvido com o Ministério ao longo dos últimos 12 anos e a sua actuação em território angolano.

A cerimónia de assinatura do contrato decorreu na última Sexta-feira, 31, em Luanda, e foi presidida pelo secretário de Estado da Justiça, Orlando Fernandes, e pelo sócio-director da DGM, Mauro Ferreira Franco.

O Projecto tem como meta a reestruturação das áreas de manutenção, suporte e desenvolvimento das aplicações, sistemas e equipamentos informáticos nos serviços dos Registos e do Notariado, bem comodo Guiché Único de Empresa. Entre eles, contam-se os Sistemas integrados do Registo Civil, Registo Comercial, Registo de Automóveis e o Notarial.

Mauro Franco considera que este acordo reforça a parceria exis- tente da DGM com o Ministério da Justiça.

“Temos um histórico de excelência nos projectos desenvolvidos no país e estamos comprometidos com a utilização de tecnologias inovadoras para apoiar as instituições governamentais na sua relação com as populações.

Esta- mos prontos para entrar no início de uma nova era nos Registos e Notariado em Angola”, afirmou.

ADGM Sistemas já foi distingui- da a nível internacional pelo projecto de Implementação e Gestão da Emissão do Bilhete de Identidade e Registo Criminal de Angola, concretizado entre 2008 e 2017.

O projecto foi premiado pela re-vista GSN (Government Security News) como “Primeiro Destaque Excepcional e Exemplar” na área de Homeland Securityem Áfricae foi considerado um dos melhores “Case Studies” na utilização das suas ferramentas pela Microsoft.