Governador de Luanda orienta primeira sessão do Conselho de Auscultação das Comunidades

O governador provincial de Luanda, Sérgio Luther Rescova Joaquim, orientou ontem, no Auditório do IGCA os trabalhos da primeira Primeira Sessão de Auscultação das Comunidades.

O encontro, que reuniu os vice-governadores, titulares dos órgãos de direcção do Governo Provincial e dos municípios, altos responsáveis das Forças Armadas Angolanas (FAA), Polícia Nacional, representantes de partidos políticos e coligação, organizações da sociedade civil, instituições de educação e ensino e organismos do sector empresarial público e privado, autoridades tradicionais, igrejas, músicos e desportistas, visa promover uma governação mais inclusiva.

Nesta primeira sessão, os mais de 280 conselheiros receberam explicações de alguns sectores chaves como a Educação, Saúde, Saneamento Básico, Energia e Águas, bem como os projectos impactantes em curso em Luanda. Quarenta e cinco conselheiros tiveram a palavra e falaram dos problemas locais, sendo que deram sugestões em relação a vários assuntos, uma vez que a Educação, Saúde e Segurança foram os temas que mais tempo consumiram nos debates. No final dos trabalhos, o governador provincial agradeceu a presença de todos os conselheiros, tendo sublinhado que o Conselho não visa substituir os responsáveis que no dia-a-dia estão mais próximos dos cidadãos e receber deles as devidas contribuições e críticas construtivas, que, na verdade, devem servir de tónica para os engajar nas soluções, porque as boas iniciativas estão nas comunidades.

“Temos, sim, muitos problemas grandes ou estruturantes, mas não podemos esquecer as pequenas coisas para resolver”, frisou o dirigente, que mais adiante acrescentou: “nenhum governante, por mais habilidoso e competente que seja, é capaz de conhecer, acompanhar e resolver os problemas sozinho, desde a comuna, distrito, município, até ao Governo Provincial”. Sérgio Luther Rescova Joaquim mostrou-se de igual modo preocupado com o vandalismo dos bens públicos, ocupações ilegais, a actuação errada de alguns agentes fiscais, comercialização de alimentos em lugares inapropriados. Porém, encorajou os conselheiros a perceber que nada será impossível, desde que haja vontade, união e, acima de tudo, o respeito pelas leis. O Conselho de Auscultação das Comunidades foi criado à Luz da LEI n.º 13/16 de 12 de Setembro – da Administração Local do Estado e tem como objectivo promover a governação inclusiva e participativa.

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