Editorial: Só precisa de ser sustentável

O Huambo registou cento e dezoito mortes por malária no primeiro trimestre do ano. Os dados oficiais “celebram” uma redução de oitenta e sete por cento. Realmente, é uma queda enorme, podendo acalentar a esperança de que até ao fim do ano a malária seja erradicada na região. Mas não é assim, infelizmente, pelo menos até prova em contrário, porque o que temos tido quando nos são anunciados números desta natureza, optimistas, ou é porque a recolha de dados não foi bem feita, ou por algum evento passageiro. E depois volta o descalabro Mas quão bom seria se esta tendência fosse sustentável e a malária tivesse os dias contados, em Angola, ou ao menos no Huambo, para começar.

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