FAF desconhece recurso do Kabuscorp do Palanca apresentado à FIFA

A Federação Angolana de Futebol (FAF), até ontem, não acusou qualquer documento do Kabuscorp do Palanca sobre a interposição do recurso à FIFA, por ter descido de divisão, segundo uma fonte ligada ao processo. A FAF, por ser filiado do órgão que rege o desporto-rei no mundo, não deve ficar alheia a qualquer movimentação da equipa da rua F do palanca. “isto não aconteceu.

Penso que usaram um outro expediente”, remata a fonte deste jornal. tudo indica que o recurso apresentado pela direcção da equipa do palanca vai ser julgado improcendete na sede da FiFA em Zurique, na Suíça. o documento, tal como avançou o presidente de direcção, Bento Kangamba, não passou sequer pelas “mãos” da FAF.Como é evidente, viola normas do procedimento administrativo em qualquer parte. A formação, que desceu por ter tido uma dívida com o ex-craque brasileiro rivaldo, ainda não se convenceu. por isso, faz crer, por via da sua direcção, que ainda há uma hipótese. o presidente do Kabuscorp do palanca, Bento Kangamba, na foto abaixo, disse à imprensa que está convicto de que a sua equipa vai participar no girabola 2019/2020.

Bento Kangamba pediu calma aos adeptos, porque a situação está a ser resolvida ao mais alto nível na FiFA. A orientação do órgão que rege o desporto-rei no mundo, baixado à FAF, prova que a descida de divisão é irreversível. Assim, o comunicado número 22 do filiado angolano diz num dos pontos que “o Conselho de Disciplina reunido em sessão ordinária do dia 30 de Maio, analisou a decisão do Comité Disciplinar da FiFA de 20 de Abril de 2019, referente ao diferendo que opõe o ex-atleta Rivaldo victor Borba Ferreira e o Kabuscorp do palanca, assim:” no ponto seguinte, frisa que “é rebaixado o Kabuscorp Sport Clube do palanca para o escalão inferior no caso o Campeonato provincial de luanda. Deve o CtD, proceder imediatamente em conformidade ao ofício da FiFA, com a a rfª nº 150470 de 20 de Abril de 2019”, avança o dossier. por não ter respeitado os prazos impostos pela FiFA para pagar a dívida ao atleta brasileiro, que assinou contrato com a formação do palanca em 2012, o Kabuscorp está a beber do seu próprio veneno.