Saúde prevê contratar mais 5 mil profissionais

De acordo com a ministra Sílvia Lutucuta, o Ministério da Saúde realiza, no decurso deste ano, um novo concurso público para o ingresso de novos profissionais no sector

governante revelou à imprensa, na semana finda, após a aprovação pela Assembleia Nacional do Orçamento Geral do Estado (OGE) Revisto de 2019, que o concurso a ser lançado no próximo mês destina-se à admissão de médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico, pessoal de apoio e do regime geral.

Fonte do Ministério da Saúde (MINSA) assegurou a OPAÍS que, além dos profissionais aprovados no concurso público no final do ano passado, o sector poderá contar com o acréscimo de 5.463 profissionais de saúde para serem admitidos este ano.

Recentemente, em entrevista ao canal 1 da TPA, a ministra da Saúde referiu que o MINSA pretende melhorar os recursos humanos, agregando neste recrutamento médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico e pessoal de apoio, que serão colocados nos municípios.

Fez saber que na carreira médica serão recrutados cerca de 2.258, na enfermagem à volta de 1.300, no sector de diagnóstico 800 e para o apoio hospitalar 500.

Acrescentou que estes quadros serão colocados nos municípios através de um processo que respeitará uma série de critérios.

Por este motivo, salientou que o MINSA tem estado a trabalhar  com os governos provinciais para melhorar as condições de trabalho dos profissionais.

A ministra fez saber que o país (30 milhões de habitantes) possui apenas cerca de 6.700 médicos e, destes, 2.258 estão no desemprego, sem vínculo com o MINSA.

Em Março do corrente, Sílvia Lutucuta havia dito que o país precisaria de mais 76 mil enfermeiros e 30 mil médicos para seguir o que é recomendado pela Organização Mundial da Saúde. Todavia, em relação aos médicos, referiu que as universidades não estão a formar quadros suficientes. Deste modo, referiu ser fundamental que se aumente a eficiência dos profissionais que já labutam no sector e que se admitam gradualmente novos quadros. Porém, referiu ser fundamental a formação contínua.

Já sobre as verbas alocadas ao sector da Saúde no OGE revisto, disse não ter havido um decréscimo considerável, se comparado com o orçamento aprovado em Dezembro último. “Apenas 0,3 por cento dos 7,2 estabelecidos anteriormente”.

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