Editorial: Museu é passado, mas não é preciso tanto

O vice-presidente da república, Bornito de Sousa, efectuou, ontem, uma visita a museus de Luanda. dois deles: o de Antropologia e de História Natural. A publicitação da visita foi pouca, houve redacções que dela tiveram notícia apenas por via da ANgOp, o que não é minimamente compreensível, quando se sabe que nos museus nacionais está um dos maiores “desperdícios” de activos do nosso país. porque não são atraentes, não comunicam, têm horários impossíveis, normalmente nem o ar condicionado funciona e o pessoal que lá trabalha não está sufi cientemente treinado para lidar com o público. E, pior, não são componente obrigatória nos planos curriculares das escolas. Não é por acaso que o vice-presidente lhes apelou (aos museus) à sua modernização. Mais do que o acervo, os nossos museus estão no passado.

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