Recenseamento produz indicadores do tecido empresarial do país

O Recenseamento das Empresas e Estabelecimentos (REMPE) 2019 vai permitir produzir indicadores concretos do tecido empresarial e o estado actual das empresas no país, afirmou na Sexta-feira, o vice-governador do Cunene para Serviços Técnicos e Infra-estruturas, Édio Gentil José.

O 1º Recenseamento das Empresas e Estabelecimentos em Angola, feito pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE) ocorreu em 2003 e foram recenseados na altura pelo menos 27 mil estabelecimentos que exerciam actividade no país. Ao falar num encontro sobre Consulta Pública para o 2º Recenseamento de Empresas e Estabelecimentos (REMPE) 2019, Édio José disse que este desafio permitirá ao Governo angolano traçar políticas e tomar as medidas mais ajustadas baseando- se na realidade das comunidades.

Avançou que “a recolha de dados relacionados com o tecido empresarial é fundamental, por permitir saber o número de empresas e estabelecimentos comerciais, sua localização e classificação, para facilitar o dimensionamento real das necessidades actuais no domínio económico e social”, disse. Por seu turno, o coordenador técnico-adjunto do Gabinete Central do REMPE, Adão Fernando, disse que, por via desse instrumento, no processo que será conduzido até Setembro de 2020, o Governo terá informações necessárias para atingir as metas macroeconómicas do Plano de Desenvolvimento Nacional 2018/2022.

Explicou que este recenseamento definirá a formulação das políticas de desenvolvimento e contribuirá para o aumento da capacidade de promoção de oportunidades de investimentos no país e reforço das estratégias de diversificação da economia nacional. A par do Cunene, as consultas públicas ocorreram já nas províncias do Huambo, Benguela e Úige.

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