o editorial:Campanha evitáveis

Cento e seis mil e 806 crianças foram vacinadas contra o sarampo na província da Lunda-Sul durante uma campanha realizada em Maio, segundo o chefe do departamento de Saúde Pública da região, Domingos Tchinguendji.

Houve há poucos meses um surto de sarampo na região, morreram crianças. A resposta das autoridades é boa, de saudar, mas no século em que vivemos a vacinação de recém-nascidos deve ser obrigatória, garantida, e não por campanhas, muito menos quando surgem para apagar fogos. Aliás, a vacinação de rotina e garantida sai muito mais em conta ao Estado do que a importação de medicamentos em situações de emergência. Angola tem de começar a prever e prover para as suas necessidades com planos plurianuais. Há “repentes” que já não são admissíveis.

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