Bendinho de Freitas lança “Silentes Vozes d´Árvores” no CCP

O autor propõe-nos um poemário dedicado às árvores e à fl ora com que respiramos no quotidiano de Angola, oferecendo-nos, ao mesmo tempo, uma sugestão poética, uma preocupação ecológica e uma celebração nacional

Com um poemário dedicado às árvores e à flora angolana, o escritor Bendinho de Freitas lançará Quinta-feira, 27, no Centro Cultural Português em Luanda, a sua mais recente obra literária, com o título “Silentes Vozes d´Árvores”. O livro, com chancela da Mayamba Editora, conta com o prefácio do professor universitário Francisco Soares e posfácio do escritor e investigador espanhol Xosé Lois Garcia. Nesta obra, o autor nos propõe um poemário dedicado às árvores e à flora com que respiramos no quotidiano de Angola, oferecendo- nos, ao mesmo tempo, uma sugestão poética, uma preocupação ecológica e uma celebração nacional.

Para o professor Francisco Soares, “o que há de mais interessante é que a sua poética e a sua proposta estética se define em articulação com a própria realidade arbórea”. Já o académico espanhol, realça que “a oferta poética não só reivindica um grandioso espaço florestal africano, desde os parâmetros depredados de Angola, mas também o fluído panteista, a espiritualidade emanada dos bosques. No seu entender, as árvores falam, emitem mensagens muito directas e pertinentes para os africanos”. Xosé Lois Garcia refere ainda que Bendinho Freitas não só evoca, mas também denúncia a depredação em curso.

O autor

Bendinho Freitas, nasceu a 25 de Maio de 1971, em Luanda. Jurista licenciado pela Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto UAN. Foi professor, tendo leccionado história em escolas secundárias de Luanda e Língua Portuguesa no Centro Pré-Universitário da mesma cidade. Funcionário público, quadro do Ministério da Energia e Águas, onde exerce o cargo de Director de Recursos Humanos. Publicou o livro “A pitoresca etnia das palavras”, poesia, edição da União dos Escritores Angolanos, 2016 e em 2000, publicou poemas e contos no extinto Suplemento Vida Cultural do Jornal de Angola.

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