Município do Curoca, na província do Cunene, acolhe I Festival de Cultura Artes e Letras-FESTCAL 2019

O certame promovido pelo Movimento Cultural do Cunene (MCC) visa incentivar, formar e informar os diferentes segmentos sociais, e inclui uma série de atracções, desde exposição e venda de livros, gastronomia, recitais, oficinas literárias, música, dança e artes cénicas

O município do Curoca, província do Cunene, acolhe esta Sexta- feira, 5, o I Festival de Cultura Artes e Letras-FESTCAL – Curoca 2019. A informação foi avançada esta Segunda-feira, 1, a OPAÍS, por Hamilton Venokanya António, coordenador- geral do evento. O festival, organizado sob os auspícios do Movimento Cultural do Cunene (MCC), no âmbito dos seus projectos em prol de um associativismo cultural mais actuante e activo, visa incentivar, formar e informar os diferentes segmentos sociais e terá início às 10 horas.

O certame, cujas honras da casa caberão ao administrador Municipal do Curoca, Bambi Keany dos Santos, inclui vários atractivos e comunicações das variadas áreas do saber, e prolongar-se-á até Domingo, 7 de Julho. Além dos objectivos já referenciados, o FESTCAL – Curoca 2019 propõe também cultivar o hábito de apreciar-se, respeitar as culturas, as artes e as letras que compõem o vasto mosaico cultural angolano e, sobretudo, conviver na diversidade dentro do princípio sociológico de que não existem culturas superiores ou inferiores às outras. Já em relação à venda de livros, estão reservadas as obras, “Para Mim, Mulher”, de José Lengue, “Mahamba” de Lutero Kiteculo, vencedor do Prémio António Jacinto-2018, entre outras.

O festival contempla ainda uma exposições fotográfica e gastronómica, por estudantes, empreendedores dos diferentes pontos da província do Cunene, música, dança, declamação de poesia e teatro. Quanto às comunicações, na presente edição, serão abordados os temas: “Os Desafios dos Fazedores de Artes Face à Dinâmica Actual” e “Língua Materna vs Língua Nacional”. O painel inclui também a abordagem dos temas “A Literatura Como Meio de Inclusão Social” e “A Toponímia e o Seu Lugar No Mosaico Sócio-cultural”, e tem como público-alvo, a massa estudantil.

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