Ilha do Sal acolhe “Fórum de investimento de Cabo Verde”

A ilha cabo-verdiana do Sal acolhe desde ontem, Segunda-feira, até Quarta-feira´, o Fórum de Investimento de Cabo Verde, uma plataforma para facilitar negócios, permitir parcerias e mobilizar recursos para o sector privado, segundo a informação oficial

Sob o lema “Transformar Cabo Verde num país plataforma do Atlântico Médio”, o Fórum visa, segundo o Governo, “acelerar os investimentos” dos sectores financeiros, privado e público, e dos investidores privados na “execução de projectos catalisadores, que conduzam ao crescimento económico sustentável e à criação de emprego no país.” O Governo quer igualmente promover Cabo Verde como um destino de investimento e negócio em áreas como o turismo, infraestruturas, energias renováveis, economia marítima, indústrias criativas, agro-negócio e tecnologias de comunicação.

Empresários de todo o mundo, presidentes executivos de empresas e altos representantes de instituições financeiras internacionais, comunidade empresarial da diáspora cabo-verdiana, ministros e outros representantes do governo de Cabo Verde e os representantes das Câmaras de Comércio, Turismo e Indústria cabo-verdianas e internacionais estarão presentes neste evento. No decurso deste Fórum de Investimento de Cabo Verde, será assinado o programa de financiamento (“compacto”) para os países de língua portuguesa com Portugal e o Banco e Desenvolvimento Africano (BDA), segundo anúncio do vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças cabo-verdiano.

Olavo Correia escreveu na sua página na rede social Facebook que representará o Governo caboverdiano, enquanto Portugal estará representado pela secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Teresa Ribeiro, e o BDA pela sua directora de integração regional, Moono Mupotola. “Trata-se de mais um importante momento para Cabo Verde e, especialmente para o Fórum de Investimento Privado. Até porque o Compacto Lusófono tem como objectivo promover o financiamento de projectos de investimentos estruturantes das economias dos países africanos de língua oficial portuguesa“, salientou Olavo Correia.

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