o editorial: Maus indícios

A reportagem sobre o Festikongo espelhada na abertura desta edição diz muito daquilo de que muita gente já desconfiava: insufi -ciências. Em quase tudo, infelizmente. Da comunicação à capacidade organizativa, à competência. É inadmissível que se efective tal actividade para gente de fora e os da província do Zaire fi quem esquecidos. Mas é o que está a acontecer. Cidadãos do Soyo, aí ao lado de Mbaza Kongo, que, afinal, também são anfitriões da festa, não foram tidos para nada.

Ou, dirão alguns, an-dam tão distraídos que nem perceberam o que lhes levaram. Que se mantenha a ilusão por estes dias, mas que se apure, depois, o que correu bem e o que correu mal, sem os habituais jogos propagandísticos em que tudo foi um sucesso, ou não se aprende nunca. E, já agora, os bons sejam louvados e os maus responsabilizados

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