Semáforos de Luanda voltam a funcionar depois de ser paga a dívida

A empresa gestora dos semáforos de Luanda, Vlatacom, poderá, nos próximos tempos, restabelecer a ligação destes equipamentos, depois de ser regularizado o pagamento da dívida do Estado, segundo fez saber Secretário de Estado do MININT para o Asseguramento Técnico

O Secretário de Estado do MININT para o Asseguramento Técnico, Salvador Rodrigues “Dodó”, garantiu, ontem, na reunião de análise do processo de integração e conexão do sistema de matrículas de veículos da DNVT e do desenvolvimento e funcionamento da semaforização da cidade de Luanda, em que o Estado está em dívida com a empresa que gere os semáforos na cidade de Luanda.

Aquele responsável baixou orientações em relação ao processo de transferência da gestão do controlo do tráfego e mobilidade da empresa Vlatacom, que tinha sob sua responsabilidade a administração do sistema, para sua inserção no Sistema Integrado de Segurança Pública.

“A solvabilidade da dívida com a empresa VLATACOM está praticamente regularizada, o que está a permitir que paulatinamente os semáforos da cidade capital sejam restaurados e entrem em funcionamento”, lê-se, num comunicado do MININT. O Secretário de Estado orientou a direcção da Polícia Nacional e Direcção de Infra-estrutura e Equipamentos do MININT a reuniremse com a direcção da empresa Vlatacom e os técnicos do Governo Provincial de Luanda, para analisarem o processo de transferência da gestão do controlo e gestão operacional e funcional dos semáforos na capital do país.

Importa frisar que, segundo uma fonte citada pelo Novo Jornal, a dívida que o Ministério do Interior tem com a Vlatacom estava avaliada em 13 milhões de dólares. Uma dívida que a mesma fonte acredita não poder estar somente relacionada com o projecto de semaforização da cidade capital.

Quanto ao processo de troca de matrículas, foi orientada a dinamização e finalização do processo de desenvolvimento dos sistemas que vão permitir modernizar e garantir maior segurança no controlo e identificação dos veículos, por meio de instalação de chips e outros dispositivos que dificultam a sua falsificação. Este processo, disse, irá conferir maior e melhor gestão do parque automóvel de Angola, bem como assegurar que em caso de práticas criminais e outras infracções, mais rapidamente sejam adoptadas medidas para a sua localização e responsabilização dos seus autores.

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