o editorial:Números do inferno

O secretário de Estado do Trabalho e Segurança Social angolano afirmou que a taxa de emprego em Angola atingiu, em 2018, cerca de 60% da população activa, admitindo, porém, que a maioria está na economia informal. Isto representa o inferno para qualquer Estado normal. Façam-se as teorias que se entender, na prática, o desemprego atinge 60% da população activa. Está tudo dito.

Este país precisa de um milagre. Entretanto, fingindo que se trata de uma realidade normal, o Estado quer sobrecarregar os que trabalham com impostos de um país rico. E os que trabalham, diga-se ganham muito mal. Não adianta discutir muita coisa neste país enquanto não se debater e resolver a questão do desemprego. Ponto.

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