Há três mil apartamentos desabitados no Capari

Cerca de três mil apartamentos, que se encontram desabitados na Centralidade do Capari, município do Dande, província do Bengo, serão entregues nos próximos tempos aos clientes, informou nesta Sexta-feira o director comercial da Imogestin, Gilberto Monteiro

Em declarações à imprensa, à margem da visita da ministra do Urbanismo, Ordenamento do Território e Habitação, Ana Paula de Carvalho, a província do Bengo, o responsável explicou que mil e 600 habitações, das mais de quatro mil construídas, foram já entregues pela sua instituição aos inquilinos. Neste momento está em estudo um plano com o Ministério do Urbanismo, Ordenamento do Território e Habitação para dar continuidade ao processo de entrega das moradias desocupadas, além do levantamento que está a ser feito dos apartamentos vandalizados. Por sua vez, a governadora provincial do Bengo, Mara Quiosa, disse que a Centralidade do Capari apresenta alguma preocupação, na medida em que se debate com a carência dos serviços sociais básicos, nomeadamente estabelecimentos comerciais, posto de saúde, esquadra policial e escola primária.

Enquanto estes serviços não forem construídos, o Ministério decidiu entregar temporariamente um edifício para a instalação de um posto de saúde para assistência médica e medicamentosa da comunidade do Capari, bem como de um posto policial para acomodar os efectivos e garantir a ordem, segurança e tranquilidade pública da localidade. Disse que vai receber nos próximos tempos, do Ministério do Urbanismo, Ordenamento do Território e Habitação, os espaços que estavam reservados para a construção dos equipamentos sociais, com destaque para escolas, centro de saúde, esquadra policial e estabelecimentos comerciais (lojas e mercado). Sobre os 200 fogos do município do Ambriz, também visitados pela ministra do Urbanismo, Ordenamento do Território e Habitação, a governadora do Bengo disse que já há disponibilidade financeira para reiniciar as obras e para se poder concluir algumas residências paralisadas desde 2015, assim como as suas infra-estruturas sociais

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