Irão rejeita afirmação de Trump de que Marinha dos EUA derrubou drone “provocador”

O Irão negou nesta Sexta-feira a afirmação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que a Marinha norte- americana destruiu um drone iraniano, dizendo que nenhum dos seus aviões não tripulados está desaparecido, em meio aos receios internacionais de que os dois lados travem uma guerra no Golfo Pérsico

No episódio mais recente a testar os nervos nos arredores da rota marítima estratégica, Trump disse na Quintafeira que o drone chegou a 914 metros de distância do navio de guerra norte-americano Boxer, uma “acção provocadora e hostil”, e que ignorou diversos alertas para recuar.

O Irão refutou o relato. “Todos os drones pertencentes ao Irão no Golfo Pérsico e no Estreito de Hormuz (…) retornaram em seguranças às suas bases após as suas missões de identificação e controlo”, disse Abolfazl Shekarchi, porta-voz graduado das Forças Armadas, segundo citação da agência de notícias semi- oficial Tasnim. “E não existe nenhum relato de alguma reacção operacional do USS Boxer”. Uma autoridade dos EUA, que falou sob condição de anonimato, disse que o drone foi abatido na Quinta-feira por meio de interferência electrónica.

As tensões estão altas no Golfo, e há temores de que os EUA e o Irão, seu inimigo de longa data, entrem em guerra precipitadamente. Mas apesar da retórica dura dos dois lados, Washington e Teerão exibiram moderação. No desdobramento mais recente de um impasse relacionado entre Irão e Reino Unido, a Suprema Corte de Gibraltar concedeu uma prorrogação de 30 dias para as autoridades deterem o navioele acreditar que o estúdio havia roubado uma das suas histórias. A Polícia se negou a comentar.

A Nippon TV informou que o suspeito estava sob efeito de anestesia devido a queimaduras, o que impedia que a polícia o interrogasse. Ele “parecia estar desconectado, ele parecia irritado, gritando algo sobre como ele havia sido plagiado”, disse aos repórteres uma mulher que viu o homem ser detido. O incêndio matou 33 pessoas e deixou mais de 10 em estado grave, disseram autoridades.

O caso se constituiu como o pior ataque em massa no Japão desde um outro incêndio criminoso em Tóquio que matou 44 pessoas em 2001. petroleiro iraniano Grace 1 até 15 de Agosto, noticiou o Gibraltar Chronicle. O Irão prometeu reagir ao que classifica como “pirataria” britânica devido à apreensão da embarcação. O navio-tanque foi confiscado no início deste mês por fuzileiros navais reais do Reino Unido no litoral do território mediterrâneo britânico devido à suspeita de que violava sanções contra a Síria. Os EUA culparam o Irão por uma série de ataques contra embarcações comerciais no Estreito de Hormuz, a maior rota de escoamento de petróleo do mundo, ocorridos desde meados de Maio. Teerão rejeita as alegações. As relações entre os EUA e o Irão pioraram desde o ano passado, quando Trump retirou o seu país de um acordo nuclear firmado por potências mundiais e Teerão em 2015. Conforme o pacto, o Irão concordou em restringir as suas actividades nucleares em troca da suspensão de sanções

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