Governador de Luanda enaltece acção social da Igreja Tocoista

O governador da Província de Luanda, Sérgio Luther Rescova, reafirmou ontem, Domingo, em Catete, município de Icolo e Bengo, o compromisso de continuar a trabalhar com a Igreja Tocoista nos domínios da Educação, #Saúde e pacificação dos espíritos

POR: ANGOP

O governante fez este pronunciamento quando intervinha no culto de acção de graças em alusão ao 70º aniversário da relembrança da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo ( Tocoista) assinalado a 25 de Julho. De acordo com Luther Rescova, a igreja e o Estado estão destinados a caminharem juntos e neste contexto devem trabalhar em conjunto na promoção da Educação, Saúde das comunidade e, acima de tudo, na pacificação dos espíritos.

Na ocasião, reafirmou o compromisso de continuar a fazer o melhor para garantir ao povo e a todos os cidadãos da Província de Luanda melhores condições de vida em todas as questões que têm merecido particular atenção da Igreja Tocoista. “O local em que nos encontramos é considerado por muitos cidadãos tocoistas e de outras denominações religiosas como sagrado, razão pela qual gostaria de apelar que saíssem daqui orações que permitam ajudar a pacificação dos espíritos”, referiu.

Na óptica do Governador de Luanda, este culto não só marca os 70 anos da relembrança da igreja, mas também mostra a grandeza do Tocoismo. Por seu turno, a secretária do Presidente da República para a área social, Fátima Viegas, afirmou que a Igreja Tocoísta tem desempenhado uma papel fundamental como parceira social do Estado não somente no domínio espiritual, mas também na saúde, educação e ensino superior. Enalteceu a posição da Igreja Tocoista ao ser das primeiras congregações religiosas a mostrar a sua solidariedade e amor para com as populações afectadas pela seca nas províncias do Cunene, Namibe, Cuando Cubango e Huíla mobilizando os seus fieis e doando uma quantidade significativa de bens. Para si, “a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo é a primeira igreja profética genuinamente angolana”. Assistiram ao culto, para além de fiéis da igreja, a ministra da Cultura, deputados da Assembleia Nacional, representantes de partidos políticos e entidades eclesiásticas.

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