Banco Yetu expande serviços com inauguração de mais uma agência em luanda

O Banco Yetu inaugurou Sexta-feira, 26, nas instalações do Centro Comercial Cidade da China, na avenida “Comandante Fidel Castro”, município de viana, um balcão para atender essencialmente comerciantes e populares daquela zona de luanda

O presidente do Conselho de Administração do Banco Yetu, Eduardo Severim de Morais, ao discursar no acto de inauguração, disse que a abertura daquele Balcão enquadra-se no cumprimento estrito do plano de expansão da rede comercial do Banco Yetu que prevê a abertura, ainda este ano, de mais duas agências, nomeadamente, nas cidades do Lubango, província da Huila, e outra na cidade do Huambo, província com o mesmo nome.

Segundo Severim de Morais, apesar de ser uma instituição financeira jovem, o Banco Yetu já conta com seis balcões espalhados por três províncias do país (três em Luanda, duas no Kuando Kubango, e uma Benguela cuja agência foi inaugurada recentemente na cidade do Lobito). O Banco Yetu tem actualmente um capital social de 9 mil milhões de kwanzas, mais de 14.000 clientes . Teve em 2018 lucros líquidos de 2,3 mil milhões de kwanzas, mas os accionistas prescindiram a repartição de dividendos e optaram por reforçar o seu plano de investimentos.

Com a saída do antigo Presidente da Comissão Executiva, André Lopes, que abandonou o cargo para assumir a liderança do BPC, os accionistas deste banco, reunidos em Assembleia Geral de accionistas na passada Sexta-feira, 26, nomearam novos administradores no estrito cumprimento da Lei de Bases das Instituições Financeiras. Fundado a 17 de Setembro de 2015, o Banco Yetu tem um capital social distribuído por cinco accionistas, nomeadamente, Elias Piedoso Chimuco, com 75,96%, Margarida Severino de Andrade com 10,35%, Deolindo Cativa Bule Chimuco com 10,35%, João Ernesto dos Santos, com 1,67% e Manuel Francisco Tuta com 1,67%.

Entre os seus objectivos, consta a pretensão de ser um banco de excelência na prestação de serviços financeiros e na sua relação com todos os actores do sector. Pretende igualmente ser um banco sólido, onde o rigor, a transparência e a responsabilidade possam conviver, assim como contribuir para o desenvolvimento económico e social do país. Como banco comercial, a instituição actua nos segmentos de corporate e private banking, adicionalmente desenvolve a actividade de banca de retalho, visando sobretudo apoiar as iniciativas do Executivo.

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