Sam Mangwana leva público ao delírio no Centro Cultural e Recreativo Kilamba

Abrindo a sua performance com “Pátria Querida”, Sam Mangwana fechou com “Tio António”, um dos temas que provocou um “assalto” do público a pista de dança do Centro Cultural Recreativo Kilamba, que se mostrou pequena para tamanha moldura humana.

O músico Sam Mangwana capitalizou, Domingo, a atenção do público durante a sua actuação no palco do Centro Cultural e Recreativo Kilamba em Luanda. Em pouco mais de 50 minutos de exibição, Sam Mangwana passou em revista o seu rico e vasto repertório, tirando do baú grandes relíquias que fazem parte da história da rumba congolesa.

Nem mesmo a presença de Carlos Burity e Augusto Chacaya tirou o brilho à actuação de Sam Mangwana, que preencheu a sua passagem pelo palco com temas como “Suzana”, Maria Tebo”, “Pátria Querida”, entre outros. Abrindo a sua performance com “Pátria Querida”, Sam Mangwana fechou com “Tio António”, um dos temas que provocou um “assalto” do público à pista de dança do Centro Cultural Recreativo Kilamba, que se mostrou pequena para tamanha moldura humana.

O evento, que abriu com alguns temas da banda Movimento, por sinal a escolhida para o acompanhamento instrumental dos artistas convidados, começou a aquecer com a entrada em cena de Carlos Burity. Apesar de não se apresentar fisicamente a 100 por cento devido a doença que o apoquenta, Carlos Burity tirou do guião algumas referências da sua autoria, entre as quais “Tia Joaquina”, “Paxe Yami”, “Malalanza”, para a satisfação de uma legião de fãs que fizeram questão de mostrar o seu carinho, Numa plateia onde se destacou um grupo de estrangeiros de várias nacionalidades que espalham pelo mundo fora o semba e a kizomba angolanos, coube a Augusto Chacaya fechar o dia.

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