Executivo vai recuperar centenas de quilómetros de estradas esburacadas

Foi aprovado um orçamento de cerca de 175 milhões de dólares para o Plano nacional de Salvação de Estradas (PnSE), projecto que visa recuperar cerca de 370 quilómetros de estradas do país

O Executivo aprovou um orçamento preliminar de cerca de 175 milhões de dólares para o Plano Nacional de Salvação de Estradas (PNSE), projecto que visa recuperar cerca de 370 quilómetros de estradas do país, disse fonte oficial. Segundo o ministro da Construção e Obras Públicas, Manuel Tavares de Almeida, um concurso público a que concorreram para a empreitada 414 empresas e para fiscalização 57, “cujos resultados foram já apurados”, aguardam certificação do Tribunal de Contas.

O ministro falava ontem Sextafeira aos jornalistas, em Luanda, à margem do primeiro Fórum de Auscultação 2019 do sector. O PNSE vai incidir na recuperação de estradas que precisam de intervenção ligeira e nalguns troços de intervenções profundas Joaquim Santana referiu que, enquanto aguardam pela emissão das licenças de exploração e com o aproximar do fim da campanha florestal em Outubro, muitos madeireiros iniciaram o corte ilegal e desordenado de algumas espécies de madeira. dr dr com o propósito de ter “muito breve toda a rede rodoviária de estradas asfaltadas recuperadas e concluídas todas aquelas que estão em curso”.

No domínio da fiscalização, Manuel Tavares de Almeida referiu que a mesma “só será eficiente se for remunerada a tempo”, assegurando que problemas registados anteriormente a nível de empreitadas “devem fazer parte do passado”. “Estamos a reverter os problemas que tivemos anteriormente, daí que estamos a encontrar recursos para remunerar a fiscalização,tal como as empreitadas”, garantiu. O governante recusou que o órgão que dirige tenha a missão de tapar buracos nas estradas do país, argumentando ser um trabalho dos governos provinciais e administrações locais. O ministro referiu também que o Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA) tem a responsabilidade de estradas estruturantes que visam atender ao desenvolvimento e crescimento económico do país e “não tapar buracos”. “O ministério não é uma insti- Duas dessas espécies, mussivi e pau-rosa, foram colocadas em regime de defeso em Agosto de 2018 por um período de dois anos, ainda segundo aquele responsável. “Os madeireiros estão à espera das licenças de exploração desde o mês de Maio e as pessoas começam a ficar desesperadas devido ao curto tempo que resta para o fim da campanha”, acentuou.

O presidente da Associação dos Madeireiros disse ainda que a situação tem sérias implicações sobre o desenvolvimento sócioeconómico do Cubango Cubango, com a perda de significativas receitas de exploração e de venda da madeira. tuição para tapar buracos, portanto apelava-se muito à intervenção do ministério para tapar buracos e isto não é correcto. Estradas locais são cuidadas pelos governos provinciais e entidades municipais”, apontou. Manuel Tavares de Almeida deu conta igualmente que o Governo aprovou, recentemente, um Plano de Portagens e Pesagens para os postos fronteiriços, cujas receitas vão reverter para o Fundo Rodoviário. Na primeira fase, explicou, as portagens foram aprovadas para a região de Massabi, província de Cabinda, Luvu e Nóqui, província do Zaire, e para Santa Clara, província do Cunene, sul do país. “E com as portagens teremos uma contribuição significativa para o Fundo Rodoviário fazer a manutenção das estradas”, realçou.

Qualidade e Durabilidade das Estradas, Drenagem no Meio Urbano e as Ravinas são os temas em debate no encontro, que junta no Laboratório de Engenharia de Angola (LEA), em Luanda, engenheiros, arquitectos, instituições universitárias e operadores do sector.

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