Negage carece de ortoprotesistas

O Centro Ortopédico e de Reabilitação Física do negage, na província do uíge, carece de técnicos ortoprotesistas e produz apenas dez próteses ortopédicas por dia, segundo o director-geral da instituição, Amaral Justino domingos

O responsável revelou à Angop que actualmente o centro tem 20 trabalhadores, 11 dos quais são técnicos e seis fisioterapeutas, tendo cinco como ortoprotesistas, insuficientes para as necessidades do centro. O director da instituição manifestou ainda a preocupação com o elevado número de pacientes jovens vítimas de acidentes de viação, os casos de acidentes vascular cerebral, as amputações em consequência da diabetes, para além daqueles em consequência de minas.

Apesar de tal quadro, Amaral Justino referiu que o Governo, por intermédio do Ministério da Saúde, tem financiado projectos a nível da instituição. Amaral Domingos manifesta a sua satisfação pela reabilitação do centro, que permitiu a recuperação da infra-estrutura, construção de um pátio, colocação do muro de cobertura, assim como a oferta de dois novos tapetes rolantes e outros meios para melhorar a assistência aos pacientes.

Centro de formação no Cuando Cubango

Em Fevereiro do corrente ano, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, anunciou que o Hospital Geral do Cuando Cubango vai ser transformado num centro de formação de profissionais do sector, com vista a garantir um funcionamento real em função dos equipamentos instalados na unidade. Sílvia Lutucuta considerou- o um dos poucos do país devidamente equipados e com referência a nível da Região da SADC, daí a necessidade de ser aproveitado para responder às necessidades das populações. Para o efeito, garantiu a contínua formação de técnicos especializados que são muito importantes para o funcional geral do referido hospital, daí a necessidade de se tornar-se num centro de formação.

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