Nova versão de “O Rei Leão” é o filme de maior bilheteira da história da animação

A nova versão de o rei leão, da disney, tornou-se, no fi m-de-semana, o maior campeão de bilheteira da história no domínio dos fi lmes de animação

De acordo com os dados disponibilizados, esta Quarta-feira, pelo portal Box Offi ce Mojo, o remake de O Rei Leão contabiliza já 1 337 milhões de dólares, um valor que supera o recorde até agora detido pelo fi lme Frozen (2013), com 1 276 milhões de dólares. As contas referem-se a valores absolutos de bilheteira e não levam em conta a variação dos preços com o passar do tempo.

Este feito histórico surge cercado de alguma confusão, já que, em toda a campanha promocional do filme, a Disney tem evitado definí-lo como filme de animação, designando- o como um filme de “acção real”. Esta estratégia pretende sublinhar a incrível tecnologia hiperrealista.

Começou esta Quarta-feira, em Portugal, mais uma edição do Vodafone Paredes de Coura, num primeiro dia que teve como cabeças de cartaz os americanos Th e National, de regresso ao mesmo palco onde se estreiaram em Portugal, no ano de 2005, pouco tempo depois de terem lançado o terceiro álbum de originais, Alligator.

Desde então, tudo mudou para a banda do Ohio, que, de promessa da música indie, se tornou uma das maiores bandas do mundo, como se comprova pela conquista do Grammy de melhor álbum de música alternativa em 2017 com o disco Sleep Well Beast. ta que o director Jon Favreau usou num fi lme que quase parece ser um documentário quando, na verdade, foi criado por computador a partir do nada. Das centenas de planos que compõem O Rei Leão, há apenas uma que não foi desenhada digitalmente: a imagem de uma aurora na savana africana com a qual a longametragem começa. Só que agora, enquanto alguns sites especializados em cinema afirmam que O Rei Leão é o filme de animação de sempre, a Disney está a hesitar em fazer essa afirmação. “A tecnologia é uma forma de magia.

Para nós, tornar O Rei Leão tão interessante e visualmente interessante quanto possível, com todas essas tecnologias que as pessoas ainda não viram até agora (…) cria emoção”, disse à Efe o realizador, Jon Favreau, em Julho. No entanto, uma parte significativa da imprensa especializada criticou esta tecnologia hiper-realista por ter limitado a expressividade e encenação do filme, especialmente quando comparado com a imaginação visual do original O Rei Leão de 1994. Categorias e discussões tecnológicas à parte, O Rei Leão é um dos grandes fenómenos cinematográfi – cos de 2019 e, ao fim de apenas quatro semanas desde a estreia, já é o segundo campeão de bilheteira do ano.

À frente de O Rei Leão está apenas Th e Avengers: Endgame (2019), outra proposta da Disney e que, recentemente, se tornou, com 2 795,5 dr milhões de dólares, o fi lme de maior bilheteira de todos os tempos (sem contar a infl ação), a superar os 2 789,7 milhões do Avatar (2009). O novo O Rei Leão recria o confronto épico e emocionante entre o leão Simba e o seu tio malvado Scar, e para a sua dobragem contou com artistas como Donald Glove

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