Que passe depressa

Tal como o corpo humano, a humanidade também tem os seus dias diferentes. há dias em que nos sentimos bem dispostos e noutros não. há dias em que sentimos que fizemos boas escolhas, até no que comemos, vestimos ou bebemos, e noutros não. há dias em que nos sentimos felizes, tratamo- nos bem, e noutros não. há dias que gostaríamos de repetir connosco próprios, e outros não. A humanidade também tem tempos assim, de más escolhas, ou de má memória. Tempos para querermos que passem depressa para buscarmos outro ar para respirar. Com o populismo em alta, algumas nações escolheram para as liderar pessoas que nos fazer desejar que os dias corram céleres e possamos abrir portas diferentes na nossa existência. desejamos discursos e atitudes mais edificadores, moralmente mais acertados, inspiradores, humanizadores, pacíficos e com conteúdo intelectual que nos orgulhe. Felizmente, as escolhas não foram nossas, angolanos ou africanos, mas sabemos que não dão orgulho a ninguém boa parte dos discursos que nos chegam dos Estados unidos, da Itália e do Brasil, sobretudo porque, para nós, um líder é sempre uma luz a seguir, que emana de nós e em que gostamos de nos rever. Mas isto é cada vez mais uma questão de sorte para os povos… uma sorte muito rara nos nossos dias.

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