editorial:Pacíficos, resignados ou desatentos?

Em qualquer parte do mundo em que fosse anunciado um pacote de privatizações de empresas públicas, algumas delas absolutamente nevrálgicas e estratégicas para o Estado, e da forma como está a ser feito em Angola, sem as devidas explicações sobre o montante e arrecadar, sobre o estado ou evidências de inviabilidade, e ainda mais quando se está a julgar gestores públicos que defraudaram o Estado, mostrando que o problema está mais na gestão, no tipo de pessoas escolhidas para as lideranças do que nas empresas ou nos seus espaços de negócios, imediatamente se desencadeariam uma série de petições para se obter tais explicações. Estranhamente, em Angola, e com a Lei do Trabalho vigente, nem os sindicatos, nem os trabalhadores parecem interessados no que se está a passar, nem a sociedade civil, nem a oposição política. veremos o que nos reserva o futuro.

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