MPLA alerta militantes sobre “falsos programas” nas autarquias

O deputado do MPLA Mário Pinto de Andrade pediu aos militantes do seu partido “a não se deixarem enganar pelos falsos e incoerentes programas” a serem apresentados por supostos futuros candidatos às autarquias.

O político falava num encontro que abordou “A participação activa da sociedade civil no processo das autarquias locais e sua implementação gradual a nível dos municípios do país” e recordou que após a implementação desse processo, o poder residirá no povo.

O também membro do Comitê Central do MPLA Mário Pinto de Andrade chamou a atenção aos munícipes a se manterem informados e serem participes activos na implementação das autarquias, previstas para 2020.

Para o político, a prevalência de O ministro angolano da Economia e Planeamento, Manuel Neto da Costa, afirmou neste Domingo, em Dar es Salaan, República Unida da Tanzânia, que Angola continua dar passos para implementação do livre comércio a nível dos estados membros da Conferência de Desenvolvimento da África Austral (SADC) consenso entre os deputados dos diferentes partidos políticos, na aprovação, na especialidade, sobre as duas leis do pacote legislativo das autarquias locais, demonstrou que os plenários estão todos comprometidos com o bem de todos os angolanos e não apenas com interesses partidários.

Os deputados à Assembleia Nacional aprovaram, em definitivo no dia 13 do corrente, por unanimidade, os projectos de Lei Orgânica sobre a Organização e Funcionamento das Autarquias Locais e da Tutela Administrativa sobre as Autarquias Locais. O projecto de Lei Orgânica sobre a Organização e Funcionamento das Autarquias é constituído por 10 capítulos e 77 artigos, enquanto a Proposta de Lei da Tutela Administrativa sobre as Autarquias Locais é composta por seis capítulos e 25 artigos. As duas são de iniciativa do Governo e do partido UNITA.

Mário Pinto de Andrade referiu que é preciso mobilizar mais a sociedade civil no processo da implementação das autarquias locais, no sentido de que seja perspicaz na avaliação dos programas dos futuros candidatos à autarquia evitando que sejam enganados. Para tal, considerou indis sável elevar-se o nível de escolaridade, a capacidade económica e aposta no desenvolvimento sustentável. Reiterou a necessidade de se combater o mau carácter, a corrupção e o nepotismo e aconselhou aos pais para cimentarem a educação moral e cívica aos seus filhos, desde tenra idade. O responsável apresentou a estratégia do MPLA, para ultrapassar a actual fase da crise, que se baseia na mudança de mentalidade, pensando que em Angola, além do petróleo existem várias outras riquezas capazes de assegurar a auto-sustentabilidade.

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