Directora Regional da OMS para a África indigitada para mais um mandato

Os 47 Estados-Membros da Região Africana da Organização Mundial de Saúde (OMS) indigitaram Matshidiso Moeti para um segundo mandato de cinco anos como directora Regional para a África. A indigitação teve lugar durante a 69.ª sessão do Comité Regional da OMS para a África, que é o mecanismo que rege a participação dos ministros da Saúde de todos os Estados-Membros. A candidatura de Moeti foi aprovada pelo Conselho Executivo da União Africana no início deste ano.

A sua indigitação será ratificada pela 146.ª sessão do Conselho Executivo da OMS, em Janeiro de 2020. Se for ratificado, o segundo mandato da Dr.ª Moeti terá início no dia 1 de Março de 2020. “Sinto-me muito honrada por ter sido indigitada para um segundo mandato como Directora Regional para a África”, declarou Moeti. “Durante os últimos cinco anos, trabalhei no sentido de transformar o Secretariado da OMS para que possamos responder melhor às necessidades de saúde de milhões de africanos. Esta indigitação é uma validação das inúmeras conquistas alcançadas em conjunto com os Ministérios da Saúde. Pretendo que escalemos juntos mais montanhas nos próximos cinco anos.” Durante o seu primeiro mandato, a África registou avanços significativos n sector da Saúde.

Quando Matshidisio Moeti foi indigitada em 2015, a Região estava no auge do surto de Ébola na África Ocidental. Através dos esforços concertados da OMS, dos governos e dos parceiros, os três países afectados – Guiné, Libéria e Serra Leoa – puseram fim ao surto em Dezembro do mesmo ano. Em 2016, foi lançado um Programa da OMS para as Emergências Sanitárias. 2018, a OMS e os seus parceiros aprovaram respostas de emergência para mais de 160 ocorrências de Saúde pública em mais de 40 países. “O Secretariado da OMS está agora melhor organizado, dotado de recursos e equipado para apoiar os Estados-Membros a detectar e a responder rapidamente às epidemias e garantir a segurança sanitária na Região”, afirmou Moeti.

O programa emblemático regional da Cobertura Universal da Saúde foi lançado em 2017 para promover acções concretas nos países, por forma a garantir que todos possam ter acesso aos cuidados de que carecem, sem passarem por dificuldades financeiras. Em Dezembro de 2018, quarenta Estados-Membros tinham políticas e planos nacionais de Saúde abrangentes, avaliados conjuntamente com os parceiros e em conformidade com os planos nacionais de desenvolvimento.

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