Feira das pescas e aquicultura com mais de 100 expositores nacionais

Mais de cem empresas do sector pesqueiro participam desde ontem na maior bolsa do sector realizada no país com cariz internacional

Por:André Mussamo

A honra do corte da fita inaugural coube ao ministro de Estado para Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, que voltou a enaltecer que o Executivo angolano está focado na revitalização da base produtiva do país, com vista ao relançamento do crescimento económico e aumento do número de empregos. Esta é a terceira edição da Feira Internacional das Pescas e Aquicultura (FIPEA), e passa a ser um marco porque ontem mesmo o “Baía Farta”, navio de investigação oceânica adquirido por Angola a uma fabricante europeu foi entregue depois de corrigidas algumas inconformidades detectadas.

´´Desde ontem, a realização da primeira jornada de investigação científica ficou apenas a distância de alguns dias, pois o país passa a deter a capacidade de por si mesmo realizar missões investigativas e determinar, por exemplo, o volume de recursos marinhos disponíveis e orientar a captura dos mesmos segundo critérios sustentáveis. Estatisticamente, o evento que conta com três empresas estrangeiras (Portugal, Noruega e China), regista um aumento de dez novos expositores nacionais em comparação com os números do ano passado.

O mesmo não se pode dizer da participação estrangeira que reduziu já que o ano passado estiveram presentes 10 expositores. A Feira Internacional das Pescas e Aquicultura (FIPEA) é também uma ocasião para contribuir com a apresentar “know-how” dos diferentes intervenientes e impulsionar o sector de transformação, enlatamento do pescado e potencialização da economia azul. De hoje até ao encerramento, a margem dos negócios que se possam fazer, decorre uma série de debates sobre quatro grandes temas, nomeadamente: A Investigação e Gestão das Pescas em Angola, A aquicultura, Segurança dos Alimentos e Responsabilidade Social e Clima de Negócio do Sector das Pescas.

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